20 de dezembro de 2008

MARCAS

Buscas
Sinto em mim a dor letárgico da noite apática!
Não sou a quem de fato pertenço;
Não me sinto parte de onde estou agora;
E ontem, vivo pensando; há muito é passado!
A onde eu posso ir; agora, a despertar-me!
Declarar-te-á a minha alma.Eternamente!
TERNA CARENTE APAIXONADA!
Sei que a muito de mim pra ti;
Não pra te já não é mais segredo;


Nada de mim, porém posso doar-te assim tão de repente;
Rolo incauta sobre a cama entre lençóis e choro;
Entre sonhos e fantasmas;
A loucura;
A cegueira;A mórbida surdez;
A impossibilidade trágica da mudez;
E nesse instante encontro-me quase morta!
Quero que venhas não te escondes e olha-me!
Vem descobrir-me, vem mostrar-me outras paisagens;
Já vividas...
Como se eu fosse um PAÍS...
E tu a minha bússola, minha estrada, meu único caminho!
Quem sabe assim eu não acordaria;
A correria mesmo em maresia a abraçar o mundo;
A luz;O som;Iríamos por todos os caminhos;
Eu, tu ...NOS!
UM...
Céu

Um comentário:

victor disse...

E realmente é lindo. Bj